CURTA NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK

CURTA NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK
Mudamos para o Facebook

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Cresce manifestaçoes contra o pedágio

Protesto contra pedágio atrai 3 mil em Vitória e cabines são quebradas

 

Ato teve comunicação entre ocupantes da Ales com manifestantes na rua.
Houve depredação de cabines do pedágio e confronto na Terceira Ponte.

O clamor popular pelo fim do pedágio da Terceira Ponte voltou a levar manifestantes para as ruas de Vitória. Na noite desta quinta-feira (4), cerca de 3 mil pessoas, segundo a Secretaria de Estado de Seguraça Pública (Sesp) , saíram em passeata da Ufes até a Assembleia Legislativa, onde um grupo de mais de 50 pessoas ocupam o prédio há mais de 48 horas. Pela janela da Casa, os manifestantes que fazem a ocupação se comunicaram com o grupo da passeata.
 
Gritos de ordem e cantos contra o pedágio foram entoados. Após a parada na Ales, manifestantes seguiram para a praça do pedágio, onde cinco cabines foram depredadas e houve ação policial.
 
Em cima da Terceira Ponte, a polícia também usou bombas de gás para dispersar manifestantes para Vila Velha. Segundo a Sesp, três pessoas foram detidas.

O tempo frio e a chuva fina que caiu em Vitória durante a tarde parecia, inicialmente, que diminuiria a participação popular na manifestação. Poucas pessoas se concentraravam na Ufes até as 18h, mas ao longo da passeata, de acordo com a Polícia Militar, 3 mil pessoas estiveram presentes. Um grupo de saxofonistas seguiu na frente da passeata tocando músicas e o Hino Nacional Brasileiro. Dessa vez, o protesto manteve o foco no fim do pedágio. O adiamento da votação de um decreto legislativo causou a ocupação da Assembleia na última terça-feira (2).

Passando pela Reta da Penha e chegando à praça do pedágio, manifestantes divergiram sobre o destino da passeata, mas acabaram indo para a Assembleia. No local, nenhum transtorno foi registrado. Do lado de dentro do prédio, manifestantes iscavam luzes, mostravam cartazes e gritavam. "Ocupamos a Assembleia por vocês", disse um deles, em um mega-fone.

Depredação no pedágio e confronto
Após deixarem a Assembleia Legislativa, os manifestantes retornaram para a praça do pedágio, onde um grupo começou a depredar as cabines. Os tapumes que haviam sido colocados pela Rodosol para proteger a estrutura foram arrancados e os vidros foram quebrados. De acordo com a concessionária, cinco cabines foram parcialmente destruídas.
 
A Tropa de Choque e o Batalhão de Missões Especiais (BME) dispersaram os participantes com bombas de efeito moral. Algumas pessoas correram em direção a Praia do Suá e outras voltaram para a Terceira Ponte.

Segundo a Sesp, além das cabines do pedágio e da Terceira Ponte, outros locais não foram depredados. As pessoas que permaneceram em cima da ponte foram dispersadas pela polícia até Vila Velha. De acordo com a comissão de comunicação do movimento, foram usadas bombas de efeito moral. “Houve um verdadeiro massacre nas ruas de Vitória, os manifestantes sofreram uma repressão duríssima”, disse um dos militantes.
 
No vão central, as luzes foram cortadas enquanto os manifestantes a e a polícia passavam. A Rodosol explicou que não foi responsável pelo corte de energia e que vai apurar as causa. Já a Sesp informou que foram manifestantes que, ao depredarem a lateral da estrutura, puxaram fios e acabaram desligando parte da energia. Balas de borracha foram utilizadas no confronto, de acordo com a Sesp.
 
Segundo o secretário estadual de Segurança Pública, André Garcia, a polícia fez a primeira intervenção por causa de um incêndio provocado em uma das cabines da Terceira Ponte. “Não sabemos se foi coquetel molotov ou gasolina. Também não confirmamos se um funcionário da Rodosol foi ferido. Recomendamos que, se houver depredação, as pessoas de bem devem se afastar. Isso ajuda o trabalho da polícia”, disse.
 
No vão central, as luzes foram cortadas enquanto os manifestantes a e a polícia passavam. A Rodosol explicou que não foi responsável pelo corte de energia e que vai apurar as causa. Já a Sesp informou que foram manifestantes que, ao depredarem a lateral da estrutura, puxaram fios e acabaram desligando parte da energia. Balas de borracha foram utilizadas no confronto, de acordo com a Sesp.
 
Segundo o secretário estadual de Segurança Pública, André Garcia, a polícia fez a primeira intervenção por causa de um incêndio provocado em uma das cabines da Terceira Ponte. “Não sabemos se foi coquetel molotov ou gasolina. Também não confirmamos se um funcionário da Rodosol foi ferido. Recomendamos que, se houver depredação, as pessoas de bem devem se afastar. Isso ajuda o trabalho da polícia”, disse.
 
Com informações do Portal G1

quinta-feira, 4 de julho de 2013

AURESC apoia imediata apreciação do Projeto de Lei de defesa do usuário de serviços públicos


 
Projeto de Lei proposta no ano de 1999, pelo então senador Lúcio Alcântara, disciplina a proteção e os direitos de usuários dos serviços públicos, isso tudo porquê o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli decidiu dar o prazo de 120 dias para que o Congresso Nacional aprove uma lei de defesa do usuário de serviços públicos.
 
A ação foi protocolada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) após a onda de protestos que reivindicam melhoria de serviços como saúde e educação em todo o país.
 
A Câmara "desenterrou" um projeto que tem 14 anos de existência, e agora, como resposta as pressões populares tende a criar uma agenda positiva, neste esteio entidades e a própria Justiça começaram a exercer suas pressões.
 
O presidente da AURESC relembrou que a entidade sempre defendeu regulamentação em áreas estratégicas, construindo possibilidade de que serviços públicos, principalmente aqueles que são entregues a iniciativa privada, tenham um controle externo da sociedade.
 
"Apoiamos esta iniciativa, e vamos acompanhar a tramitação da proposta, certamente a AURESC poderá utilizar esta lei para suas ações e em prol dos usuários em Santa Catarina", enfatiza Pöpper.
 
A Associação estará discutindo como vai atuar pela defesa da aprovação do texto, e encaminhar algumas sugestões.
 
Caso seja aprovada pelo Congresso, a lei  estabelecerá normas básicas de proteção e defesa do usuário dos serviços públicos prestados pela administração direta e indireta da União, diretamente ou sob regime de concessão, permissão, autorização ou qualquer outra forma de delegação por ato administrativo, contrato ou convênio.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Ainda sobre o incêndio

 

Manifestantes incendeiam pedágios e depredam prefeitura de Cosmópolis

Um ônibus foi queimado pela manhã e um cinegrafista da TV Record ficou ferido

 
COSMÓPOLIS - Manifestantes queimaram oito cabines de pedágio no km 135 da Rodovia Professor Zeferino Vaz (SP-332), próximo a Cosmópolis (SP), na manhã desta quarta-feira, 3. O grupo depredou ainda a entrada da prefeitura da cidade. O governador Geraldo Alckmin disse que quem destruiu cabines de pedágio "será preso".
Segundo a Polícia Militar, eram cerca de 400 manifestantes na rodovia. Eles foram dispersados com bombas de efeito moral.
O grupo seguiu para a prefeitura de Cosmópolis e depredou a entrada do prédio. Um ônibus foi queimado pela manhã e um cinegrafista da TV Record foi ferido. Por volta das 15 horas, a PM começou a dispersar o grupo, que reivindica a redução da tarifa de pedágio, que custa R$ 3,20.
Em nota, a concessionária Rota das Bandeiras afirma que o "ato criminoso de hoje ocorreu mesmo depois que a concessionária obteve liminar de interdito proibitório, instrumento judicial que impediria a aproximação de manifestantes das praças de pedágio, inclusive com aplicação de multas". As imagens da ação foram colocadas à disposição da polícia e da Justiça, segundo a concessionária.
Com informações do Estadao
 

Pedágio é incendiado em S. Paulo


Caminhoneiro diz que gasta R$ 16 mil por ano em pedágio

O caminhoneiro João Carlos Gomes Rocha, 46 anos, que trabalha como autônomo no Paraná, diz que gasta R$ 16 mil por ano com pedágios.
 
De acordo com a agência de notícias do Governo do Paraná, o valor equivale a quase 40% do rendimento anual do caminhoneiro, que guarda cada um dos recibos de pedágio que paga. “Todo mês deixo entre R$ 1,4 mil e R$ 1,6 mil nas cabines de pedágio”, diz Rocha, que chega a fazer oito viagens por semana carregando madeira entre Ponta Grossa (PR) e Araucária (PR). “Por esse preço, era de se esperar pista dupla em todos os trechos. E mais – quatro faixas de rodagem, e um pavimento melhor, sem buracos ou deformações na pista, coisas que sentimos muito quando trafegamos com o caminhão”, afirma.
 
Há cerca de oito anos na estrada, Rocha ainda não pensa em parar, mas conhece colegas que abandonaram a profissão por causa do custo. Caminhão novo Rocha afirma ainda que o valor deixado nas cabines de pedágio, durante os oito anos de trabalho, seria suficiente para comprar um caminhão igual ao que usa para trabalhar. "O meu caminhão é do ano 2000. Se eu economizasse o que pago de pedágio, daria para comprar um caminhão zero quilômetro e sem dar o meu de entrada."
 
O caminhoneiro diz que circula por 140 quilômetros de estradas com pedágio diariamente. "Tem dias que faço o mesmo trajeto duas vezes por dia. Conheço cada um dos atendentes das cabines de pedágio. Eles me chamam pelo nome e eu também os chamo pelo nome."
 
Destino dos pedágios De acordo com a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), no Paraná, 38% da arrecadação nos pedágios é destinada a investimentos em obras e melhorias; 44% é destinada a gastos de manutenção e serviços ao usuário; 11% para o pagamento de impostos e 2,4% da receita é destinada ao Departamento de Estradas de Rodagem (DER) para equipar a Polícia Rodoviária Federal e cobrir custos de fiscalização. Ainda segundo a ABCR, 4,6% da arrecadação inclui o lucro das concessionárias e despesas extraordinárias.
 
Mobilização nacional dos Caminhoneiros
Continua nesta Quarta-Feira a paralização nacional dos caminhoneiros, centenas de caminhões continuam estacionados como forma de aderir as manifestações que vem ocorrendo pelo Brasil.
 
A União Brasil Caminhoneiro justificou a convocação,   pois recebeu de caminhoneiros, empresas e cooperativas de transporte, além de outros setores do TRC (Transporte Rodoviário de Cargas), sugerindo e, muitos deles exigindo que o Movimento União Brasil Caminhoneiro tomasse posição e fizesse adesão imediata às manifestações populares em andamento em todo o país.
 
Pauta de Reinvidicações
Dos diversos itens necessários à formação da pauta oficial do setor, pelo menos 4 itens já teriam sido definidos pela maioria:
  • Subsídio no preço do óleo diesel;
  • Isenção, para caminhões, do pagamento de pedágios em todas as rodovias do país;
  • Votação e sanção imediata do Projeto de Lei que aprimora a Lei 12619/12 (Lei do Motorista);
  • Criação da Secretaria do Transporte Rodoviário de Cargas, vinculada diretamente à Presidência da República, nos mesmos moldes das atuais Secretarias dos Trabalhadores e das Micro e Pequenas Empresas.
Vale lembrar que o Projeto de Lei que aprimora a Lei 12619/12 também define soluções para outras questões:
  • Cartão Frete;
  • CIOT;
  • Concorrência desleal exercida por transportadores ilegais no mercado (causa dos valores defasados de fretes);
  • Outros...

"É notório que o transporte rodoviário de cargas, que passa por momentos difíceis, vive em um verdadeiro submundo, carente de respeito, infraestrutura, segurança, estradas, corrupção, e principalmente os valores de fretes incompatíveis com as despesas operacionais, responsáveis pelos baixos salários de motoristas, excessos de peso transportado, jornadas de trabalhos absurdas, rebites, acidentes e mortes nas rodovias", justifica o líder do movimento Nélio Botelho

terça-feira, 2 de julho de 2013

CAMINHONEIROS PARALIZAM DIVERSAS RODOVIAS EM TODO O PAÍS

Fim do pedágio é uma das principais exigências dos caminhoneiros

 

Centenas de caminhões iniciaram a semana bloqueando desde as primeiras horas da segunda-feira (1) vários trechos de algumas estradas em São Paulo e Minas Gerais.  Os manifestantes reclamam do preço do diesel, querem isenção do pedágio em todas as estradas federais e dizem que só desbloqueiam as estradas na quinta-feira.


 
Apenas ambulâncias e veículos que transportavam cargas perigosas foram liberados para passagem pelo acostamento. Os caminhoneiros ameaçavam interditar o pedágio e entrar em fila na cidade de Araçatuba com seus veículos, mas desistiram da ideia depois de conversas com os policiais rodoviários, que acompanharam a movimentação e impediram o fechamento do pedágio com a justificativa de garantir a segurança para manifestantes e motoristas.


Protestos já paralisam 09 estados

Caminhoneiros continuam com a série de protestos nesta terça-feira (2) em rodovias em ao menos nove Estados: Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. As informações são da Polícia Rodoviária Federal e das concessionárias responsáveis pelas vias.
 
Santa Catarina

Mesmo com a decisão da Justiça Federal de proibir os caminhoneiros de bloquear as rodovias de Santa Catarina, os manifestantes continuam paralisados no Oeste do Estado e não têm previsão de voltar ao trabalho.


Segundo a Polícia Rodoviária Federal de Chapecó, a adesão ao movimento aumenta a cada dia e nova cidades estão com pontos de manifestação. Estão liberados apenas veículos de  passeio,  ônibus,  cargas perecíveis e ambulância.

Os motoristas protestam contra as mudanças na rotina de trabalho que a lei 12.619, que regulamenta a profissão, vai impor aos profissionais. Segundo o presidente da Cooperativa Catarinense de Transportes de Cargas (Coocatrans), Maurício Devenci Vendrame, as mudanças deveriam ser gradativas. “O recomendado pelo Ministério da Saúde é 8h de sono, mas de repente nos vemos obrigados a fazer 11h de repouso. Isso afeta o nosso orçamento. Deveria ser uma mudança progressiva”, reclama Vendrame.

Sobre a proibição da Justiça Federal, o presidente da Coocatrans comenta que os caminhoneiros já estão no prejuízo com as mudanças, independente de multa. “Se é pra morrer de fome, morremos agora”, exclama.

Em Maravilha, cerca de 400 caminhões estão parados no km 605 da BR-282. E a situação é igual em outros pontos do Estado. De acordo com boletim da PRF, os pontos críticos são em Maravilha (km 605  da BR 282), Catanduvas (km 406,5  da BR 282), São Miguel do Oeste (km 645  da BR 282), Cunha Porã (km 110  da BR 158), Dionísio Cerqueira (km 121  da BR 163), Xanxerê (km 505  da BR 282) e Chapecó (km 123,7  da BR 480).
 


 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

AURESC PARTICIPA DE REUNIAO COM OESC E IBEC


Na ultima Terça-Feira, em reunião que contou com dirigentes da Ordem dos Economistas do Estado de Santa Catarina e IBEC – Instituto Brasileiro  de Engenharia de Custos, e também do secretário geral da AURESC, Alisson Luiz Micoski,  foi discutido a necessidade de que as obras públicas  não tem o devido acompanhamento técnico de projetos, muitos, são realizados pelo projeto básico, e isso encarece e dá condições para uma interminável dor de cabeça a aquelas que necessitam da obra.
O presidente da OESC, Luiz Henrique Belloni Faria,  destacou que muitas comissões de licitação não tem em seus quadros pessoas preparadas para analisar aspectos mais técnicos, o que pode ocasionar futuramente problemas na própria execução das obras.
Já o presidente do IBEC, Engenheiro Paulo Vilela Dias, informou que a entidade vem mantendo diálogo com o TCU, e que há grande possibilidade do Instituto vir a contribuir com o Tribunal, “hoje em dia é preciso um corpo técnico e preparado para fazer análise dos projetos, principalmente àqueles que recaem os custos de determinada obra, para que ela tenha seu devido cumprimento e com um custos já devidamente estudados, para evitar o que vem ocorrendo no Brasil”, falou Dias.
 
“É muito importante  construirmos esta visão, pois os gargalos que estamos acompanhando na infraestrutura no país é exatamente por não termos tradição de execução nos projetos, essa questão vem lá atrás, ainda na década de 80, quando o país não investiu na educação para áreas que hoje temos muita dificuldade, e sem projetos bem elaborados e tendo um rígido controle, nos deparamos com um parque de obras estagnado ou com diversos problemas de custo”, disse Micoski.
 
O encontro ocorreu na sede da Ordem, e contou ainda com a presença do vice-presidente da OESC, Sílvio José Martins Filho, Fernando Braga e Adriano Carlos  Ribeiro.
O IBEC também  promoveu encontro com a  Associação Catarinense de Engenheiros – Ace, com o objetivo de firmar uma parceria na realização de Cursos e Eventos, em Santa Catarina. Previsto o primeiro para o segundo semestre de 2013, o 1º Seminário Catarinense de Engenharia de Custos.
 
IBEC
O IBEC é uma entidade associativa, sem fins políticos e/ou lucrativos, que visa promover as técnicas e tecnologias da Engenharia de Custos, integrando empresas e profissionais  atuantes em todos segmentos, promovendo encontros, palestras, reuniões, cursos, publicações e principalmente o intercâmbi com as empresas do ramo nos demais países.
Também realiza consultas à Controladoria Geral da União - CGU e ao Tribunal de Contas da União - TCU, e, sempre que necessário, destes órgãos recebe também consultas, mantendo intercâmbio científico-normativo a respeito das matérias.
Com informações da OESC e ACE