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terça-feira, 19 de novembro de 2013

 
 
Há exatos quatro meses o Vale do Itajaí tinha a primeira prova física de que a duplicação da BR-470 chegaria. Diante do público no Ginásio João dos Santos, em Gaspar, cinco autoridades se comprometeram com as obras que começariam nos lotes 3 e 4. Um dia antes, o presidente da AURESC, Sérgio Pöpper, em entrevista a Rádio Nereu, vaticinou: "só acredito na obra quando ela estive pronta, a comunidade está farta de pirotecnia".
 
Passados 124 dias da assinatura da ordem de serviço, a duplicação não ultrapassa a topografia, o presságio do dirigente da Associação dos Usuários consumou-se.
Mas políticos envolvidos com a promessa garantem que seguem pressionando pelo andamento da obra: ao Dnit, ao governo federal, a outros parlamentares. Em viagem ao Exterior, o governador Raimundo Colombo informou por meio de assessoria de imprensa que sempre tratou do assunto BR-470 com a presidente Dilma Rousseff. Mas as máquinas, que apareceram na margem da rodovia em 31 de agosto, sumiram 16 dias depois.

Até hoje, 7,8% dos 1.440 dias para execução da obra se passaram.
A Sulcatarinense, executora da obra, segue informando que só o Dnit pode detalhar os trabalhos. O diretor técnico da Iguatemi Consultoria e Serviços de Engenharia, empresa que fiscaliza a duplicação, Prudêncio Valentim Wust explica que por enquanto não foram encaminhados relatórios de acompanhamento e que o trabalho segue com levantamentos das redes de gás e água. O Dnit afirma que cerca de 40 funcionários trabalham na topografia da BR-470, mas não sabe dizer a extensão da área que já foi medida.
O compromisso da duplicação foi assumido em papel pelo diretor da Sulcatarinense Engenharia, José Carlos Portella Nunes; ministros dos Transportes, César Borges, e das Relações Institucionais, Ideli Salvatti; governador Raimundo Colombo e deputado federal Décio Lima.

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