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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Transporte marca semana sem Congresso



Na última semana do recesso branco do Congresso, as atenções devem se voltar para o lançamento de programas de transporte, uma das principais críticas dos protestos pelo Brasil que derrubaram a popularidade dos governantes. Os deputados e senadores só devem retomar as votações em 6 de agosto, quando começam a analisar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).
Na terça-feira (30), a presidente Dilma Rousseff vai a São Paulo lançar o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Mobilidade. A popularidade da presidenta despencou após os protestos de junho que levaram mais de 1 milhão às ruas por menos corrupção e melhores condições de transporte, educação, saúde e combate à corrupção. Em março, era de 63%; em junho, de 55%; em julho, de 31%, segundo pesquisa da CNI-Ibope. Governadores e prefeitos de 11 estados e capitais obtiveram média de 28%.
É em São Paulo, onde começaram os protestos contra tarifas de ônibus e metrô que contagiaram o Brasil, que a presidenta quer fazer andar o PAC Mobilidade. Segundo balanço do próprio governo, há quatro obras previstas para a capital no programa, entretanto, só uma foi iniciada, o monotrilho da linha leste, um empreendimento de R$ 2 bilhões cuja primeira fase precisa ficar pronta no ano que vem. Estào ainda em “ações preparatórias” os corredores de ônibus Capão Redondo-Vila Sônia, Inajar de Souza e o monotrilho São Paulo-São Bernardo do Campo.
Em todo o Brasil, o PAC Mobilidade prevê 167 obras em 13 estados, a maioria em capitais ou regiões metropolitanas, muitas delas dirigidas por governadores e prefeitos mal avaliados na última pesquisa CNI-Ibope. Os projetos ampliam ou criam metrôs, corredores exclusivos para ônibus e veículos leves sobre trilhos (VLTs).
Fonte: Congresso em Foco
 

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